17 de set. de 2013

     Judd era um homem que deixava qualquer pessoa enervada! Primeiro, salvara Emily de um bando de arruaceiros bêbados.
     Cinco minutos depois, arrancava as próprias roupas na frente de mulheres vorazes
     Que tipo de homem era Judd Saunders? Bonito como o pecado, sem dúvida.
   Emily Mal conseguia manter as próprias mãos afastadas dele. Judd também estava encantado pelos mistérios daquela mulher pequena e abelhuda, que havia atrapalhado sua investigação em um momento crucial. Ela era uma ameaça para si e para ele.
    Aqueles olhos castanhos eram os maiores que Judd já vira. A dona daquelas íris escuras também exalara inocência por todos os poros, apesar dos trajes ridículos e da bolsa de lona enorme e puída que carregava.
   Pensaria ela que poderia se misturar à multidão só por que usava uma capa esfarrapada e um chapéu roto? Acreditaria que alguém a consideraria uma sem-teto? Era pouco provável.
    Então, o que estava fazendo ali àquela hora da noite? O baixo liste de Springfield não era lugar para uma moça como aquela.
    A jovem andrajosa passou por ele, dessa vez mais devagar, e os olhos se encontravam tão arregalados que pareciam abarcar tudo ao seu redor de uma só vez. E abarcaram Judd.
    Um arrepio o varou, mais intenso que qualquer coisa que sentira antes.
  Ela desviou o olhar, mas não antes de ele detectar um leve rubor colorindo as feições delicadas, perceptível até mesmo à penumbra do anoitecer, com apenas a luz do poste da esquina servindo de iluminação.
   Era dona de uma pele imaculada. Droga tinha muito com que se preocupar além da Srta. Puritana, com suas unhas pintadas e os cabelos tratados em salão, tentando se passar por alguém da comunidade local.
    Judd dera apenas um passo para fora do bar, na intenção de respirar um pouco de ar fresco.
    O odor de perfume barato lá dentro era sufocante e suficiente para lhe revirar o estômago.
     Podia ouvir o volume da música aumentar e soube que os dançarinos se encaminhavam ao palco.
     Em menos de dez minutos, teria de voltar para lá e se desnudar no cumprimento do dever.
    Droga! Detestava aquele disfarce. 
   Que policial descente e trabalhador tinha de tirar as roupas em frente a uma multidão de mulheres famintas por sexo e àvidas por apalpá-los?
   




16 de set. de 2013


    "Haverá um tempo em que os povos verão os dragões como deuses e as criaturas da floresta como demônios. As guerras se espalharão como pragas. Amigos e irmãos irão se reconhecer somente como inimigos. O mundo se dividirá entre aqueles que creem e os que desprezam as criaturas aladas.
    Tem início nas montanhas devastadas pelo frio congelante. Quando mulheres são obrigadas a ceder a homens brutais. Filhos não conhecem seus pais. Crianças são mutiladas. E o amor, inexistente. Quando a chama sagrada se apaga, só o que lhes resta é atirar-se ao desconhecido. Sabendo que tudo dependerá somente de sua interpretação dos escritos antigos, Ri_Zer, a escriba da tribo, se vê na difícil tarefa de guiar um grupo de caçadores em busca de uma nova chama. Enfrentando perigosas aventuras e situações impossíveis, passam a questionar o sucesso da missão. E mais ainda, sua própria sociedade bárbara. rodeados pelo medo da extinção, alguns colocam em cheque os antigos costumes. Será aquela, a melhor forma de viver? As mulheres devem mesmo ser tratadas assim? Estariam certos ao negarem a si próprios a existência do amor? Quais serão os dois irmãos que darão origem aos dois grandes impérios que se enfrentarão em sangrenta guerra através das décadas?
   A única certeza é que precisarão manter suas forças diante dos perigos e espantar de vez a sombra mortal."
       Adormecer do fogo.

15 de set. de 2013

      Uma conquista virtual.
    Era para ser uma ronda rotineira. Russ e seu parceiro investigariam a lanchonete e Laurel Wilkins, o mais recente alvo de Trevor Dean, cujo esquema consistia em conhecer mulheres pela internet para depois aplicar um golpe, arrancando-lhes o dinheiro e tudo o mais que possuíssem.
   Bem, pelo menos ela estava disposta a se oferecer como isca. Tudo que Russ tinha a fazer era mantê-la em segurança e não tocar nela. Qualquer, além disso, seria contra as regras. E também muito, muito tentador... Russ entrou na lanchonete para poder observar melhor.
   Laurel era tão linda que por um momento ele se esqueceu de como se pedia um café.
   Ela sabia seu nome _ Russ Evans _ E o abraçou como se fossem mais do que amigos.
   O que estava acontecendo, afinal?!
    _ Ele não vai aparecer.
    Russ e seu companheiro, o detetive Jerry Anders, tinham sua atenção voltada para a cafeteria e para a mulher que estava sentada lá, sozinha.
     _ Vamos espera só mais dez minutos.
   Jerry não protestou, porém Russ sentiu que ele havia ficado agitado, os sapatos esmagando a neve acumulada no chão. Na verdade, ambos estavam com frio. Diabos, frio era um eufemismo _ ele já não sentia mais as mãos, e os pés estavam dormentes.
   Os ventos de janeiro entravam furtivamente sob sua jaqueta de náilon, e os dedos estavam rijos em volta do binóculo que utilizava para observar a porta de entrada da cafeteria.
   O desconforto fazia parte do trabalho, e ele não pretendia aposentar o distintivo tão cedo. Na verdade, adorava fazer parte do grupo de Operações Especiais. Tinha satisfação em observar, aguardar e analisar, congelado ou não, porque no final das contas, nada se comparava à sensação de algemar um bandido.
    _ Não acredito que ele tenha marcado e não tenha aparecido.
   Pensativo, Russ examinou o estacionamento deserto que ficava ao lado. Nada. Seu alvo, o vigarista e malandro de primeira classe, Trevor Dean. Ele não estava em lugar algum, e isso não fazia sentido.
   Dean não tinha como saber que a policia estaria de tocaia, mas não era típico dele deixar passar a chance de conhecer uma mulher.
   Mulheres era sua fonte de renda.
   _ Ela não faz o tipo dele, não é? Russ olhou novamente para a moça sentada com um copo de café nas mãos e um cachecol cor-de-rosa em volta do pescoço. Tinha o rosto escondido atrás dos óculos, do vapor do café e dos cabelos dourados.
   Sentiu um frio na espinha. Algo ali não se encaixava.
    _ Você quer dizer que ela não é feia? _ Jerry soprou as mãos para tentar aquecê-las.
   Russ soltou uma gargalhada.
    _ Não. Veja você mesmo. _ Passou o binóculo ao colega.
    _ As mulheres de Dean não são feias, são apenas... simples.
   _ Simples e feias talvez. _ Jerry observou a loira através das lentes. _ Essa não é nada mal. Cabelo bonito, blusa justa, gosto disso.
    _ Que bom que você está gostando. _ Russ agitou as pernas para que o sangue circulasse melhor.
    _ Seja como for, estou mais aquecido.....

14 de set. de 2013

    Ele com certeza era um impostor, e ela não o deixaria explorar a ingenuidade de seus amigos.
   A detetive Mary estava desesperada para encontrar um bebê desaparecido, mas não se dispunha de uma pista sequer. Por isso, apesar de relutante, se viu forçada a aceitar a ajuda de Sebastian Donavan... e seus poderes paranormais. Em pouco tempo, Mary foi obrigada a admitir, ainda que de má vontade, que aquele homem misterioso tinha alguns dons notáveis.... e, entre eles, estava uma extraordinária habilidade de derrubar suas barreiras... e chegar até seu coração...
 Os Donavan carregam em seu sangue o legado da bruxaria, é uma questão de hereditariedade, um fenômeno de raízes Celtas.
  Sua especialidade é a visão. Ele pode entrar, ler e compreender as mentes das pessoas. Consegue ver o que o outro não vê.
  Sebastian estava bastante aborrecido por não ter conseguido impedir a morte de um menino de 8 anos. O bruxo usa suas habilidades para ajudar a policia, é bem conhecido pelos seus serviços prestados ao FBI.
  Rose Merrick está desesperada, seu filho de 6 meses foi sequestrado de sua casa, ela é a melhor amiga de  Mary, mais conhecida como Mel. Ela implora que Mel a ajude em convencer Sebastian a usar seu dom para resgatar o bebê. Mesmo sendo cética, Mel concorda. 
 E agora ela  está começando a se envolver com esse homem misterioso que parece ler seus pensamentos e o papo de magia não parece ser tão impossível assim...

13 de set. de 2013


    Faço aniversário hoje doze de setembro. E estou feliz por ter chegado aos quarenta e oito anos e ainda ser sonhadora apesar de todas as adversidades que a vida impõe com o passar do tempo. Tenho ideias avançadas, modernas e muitas vezes essa idade não combina com a minha pessoa.
    É bom estar completando mais um ano de vida, poder agradecer a Deus por momentos junto as pessoas que amo. E receber muito carinho, abraços e beijos de todos que compartilham da minha vida.
   Ficar mis velho é adquirir mais experiências, sabedoria e reflexão para lidar com as situações que nos cercam. As limitações existem, mas a vontade de viver e realizar projetos é maior, pois cada dia é um novo aprendizado que chega, uma alegria diferente querendo entrar e ultrapassar todas as barreiras que por acaso esteja no caminho.
   Eu, apesar das limitações estou sonhando, buscando me ocupar escrevendo, lendo, assistindo bons filmes, ouvindo músicas que me dão prazer e acima de tudo observando todos os acontecimentos que venham complementar meus conhecimentos e minha história de vida.
   Tenho uma família bacana, amigos que gostam de mim, colegas que acredito me respeitam e alunos da instituição educacional onde trabalho que me amam e isso é um presente maravilhoso na vida de alguém. O que mais poderia desejar! Claro que mais saúde. Além da felicidade, amor, família, amigos e Deus na minha vida.
   Deus está cuidando cada segundo dos meus tesouros e me amando mesmo com meus defeitos, isto é extraordinário! E agradeço por tudo de bom e de ruim também, pois tudo me fez aprender a ser uma pessoa melhor comigo mesma e para com as outras pessoas que me cercam.
   Dou graças por todos os dias e pela presença do Senhor Jesus em minha vida.

11 de set. de 2013


"Quando Douglass Cait resolve superar seu coração partido e livrar-se de suas inibições, e começar realmente a viver, ela está despreparada para enfrentar os dois homens que cruzaram seu caminho. Dividida entre eles, ela não sabe o que escolher ou que tipo de consequências terríveis poderia seguir.
Jim Heron, anjo caído e salvador relutante, está à frente na guerra, mas ele coloca tudo em risco quando tenta fazer um acordo com o mal literalmente. Como ainda há outra alma sequestrada na batalha entre ele e o demônio Devina, sua fixação por um inocente preso no inferno ameaça desviá-lo de seu dever sagrado...
Pode ainda prevalecer o bem se o amor verdadeiro o torna um salvador fraco? E será o futuro de uma mulher ser a chave, ou a maldição, para toda a humanidade? Só o tempo, e os corações, dirá?

A revelação de cada passagem de uma história por seus personagens é de suma importância, pois são estes escritos que levaram cada leitor tirar suas próprias conclusões a respeito do que estão lendo.
cabe a cada um refletir e entender que este mundo de imaginação sempre pertenceu ao homem e este mesmo homem busca por explicações sobre o que não é natural a ele, também todo o mistério do sobrenatural aguça o subconsciente daqueles que muitas vezes querem saber o que está além de sua compreensão. Todo o encanto de uma boa história está na escolha de um bom tema que venha prender o leitor e levá-lo a viajar por toda a história contada, ou escrita.


10 de set. de 2013


    Pacto de amor
     Lucy é uma mulher forte e corajosa, decidida a salvar Tearlach e a empreender com ele uma fuga alucinada. O fato de Tearlach ser um vampiro não a assusta tanto quanto a poderosa atração que ele lhe desperta e o intenso desejo que ela sente nos braços daquele homem...