31 de jul. de 2013


Dá-me a tua mão

Dá-me a tua mão:
Vou agora te contar
Como entrei no inexpressivo
Que sempre foi a minha busca cega e secreta

De como entrei
Naquilo que existe entre o número um
E o número dois,
De como vi, a linha de mistério e fogo,
E que é linha subreptícia.

Entre duas notas de músicas
Existe uma nota,
Entre dois fatos existe um fato,
Entre dois grãos de areia por mais juntos que estejam.
Existe um intervalo de espaço,
Existe um sentir que é entre o sentir
Nos intertícios da matéria primordial
Está a linha de mistério e fogo
 Que é a respiração contínua do mundo
É aquilo que ouvimos
E chamamos de silêncio.

C. L

30 de jul. de 2013


    Abandonada à própria sorte, impossibilitada de tocar qualquer ser humano, Juliette vai procurar entender os movimentos de seu coração, a maneira como seus sentimentos se confundem e até onde ela pode realmente ir para ter o controle de sua própria vida. Uma metáfora para a vida de jovens de todas as idades que também enfrentam uma espécie de distopia moderna, em que dúvidas e medos caminham lado a lado com a esperança, o desejo e o amor.


   

29 de jul. de 2013


    As portas precisam ser abertas: o mais rápido possível, pois ficaram fechadas por muito tempo brecando e impossibilitando que tudo fosse esclarecido em seu trajeto certo.
    As fechaduras estavam emperradas porque as chaves estavam escondidas em um lugar muito secreto e escuro, então houve uma provocação através do tempo para se procurar, achar e destrancar todas às portas que até então estavam fechadas.
    O tempo usou o conhecimento para revelar todas as passagens que estavam escondidas, só ela poderia ajudar na abertura das mesmas; foi escolhida através dos tempos para prestar serviços a todos que querem abrir as portas da vida.
    A guardiã se reveste de sua armadura de luz que lhe dá força para prosseguir em sua jornada que sempre foi muito longa, mas ela tem muito a caminhar porque muitas pessoas passaram, passa e passará por suas mãos; mãos que estão e estará sempre postas para ajudar.
    As portas estão se abrindo cada vez mais com tal intensidade que não há explicação palpável; para tal energia que emerge com uma força cada vez maior. As portas tem que ser abertas e a presença da guardiã da luz que foi destinadas é necessaria o tempo todo. É ela quem ensinará a busca do caminho que está oculto e ajudará a abrir todas as oportunidades para aqueles que querem desembaraçar os acontecimentos não explicado.
    O conhecimento está chegando, as partes estão se desvendando a cada abertura, se fortalecendo com o chamado conhecimento por menor que seja, ele é importante, útil a cada um, basta olhar, refletir a cada abertura de porta.
    O tempo se ocupa e pede para remover todas as agressões que se acumulam em seu espaço; basta o equilibrio entre em ação e possa ser cultivado ao longo de cada passagem exposta durante a jornada.


28 de jul. de 2013

Lothaire
     Todos temem o inimigo dos antigos impulsionado por sua necessidade insaciável de vingança, Lothaire, o vampiro mais cruel do Lore, tem planos de confiscar a corroa da horda. Mas a sede de sangue e tortura o deixaram a beira da loucura, até que ele encontrou Elizabeth a chave para sua vitória. Ele capturou a singular jovem mortal, pretendendo oferecer a alma dela em troca de poder, mas Elizabeth acalma sua mente atordoada e desperta emoções dentro dele que Lothaire acreditava que não poderia mais experimentar.
     Uma força mortal habita dentro dela.
    Crescendo em meio a uma desesperada pobreza, Ellie ansiava por uma vida melhor nunca imaginando que seria condenada por homicídio ou de que um maligno imortal iria raptá-la do corredor da morte. Mas Lothaire não é seu salvador, já que ele mesmo tinha planos de sacrificar Ellie no prazo de um mês. E ainda que o vampiro parecesse ansiar pelo seu toque, inundando-a com riquezas e prazer, em uma tentativa de salvar sua alma, ela rende-se ao perverso vampiro, enquanto prometia proteger seu coração.
  Séculos de fria indiferença aniquilados. Elizabeth tenta ele, além da razão, como apenas a companheira predestinada conseguiria.
    Conforme o mês chega ao fim, ele deve escolher entre uma vendeta de sangue que durava um milênio e sua irresistível prisioneira. Lothaire, vai sucumbir as misérias do seu passado... ou arriscar tudo por um futuro com ela?


27 de jul. de 2013

Um Amor para Recordar
    "Há momentos em que desejo fazer o tempo voltar e apagar toda a tristeza, mas eu tenho a sensação de que, se o fizesse, também apagaria a alegria. Assim, revivo as memórias da forma como vêm, aceitando todas elas, deixando que me guiem sempre que possível. Isso acontece com mais frequência do que as pessoas percebem...
    Quando tinha 17 anos, minha vida mudou para sempre... Estou com 57, mais ainda me lembro de tudo o que aconteceu naquele período, em seus mínimos detalhes. Sempre o revivo em minha mente, trazendo-o de volta à vida, e sinto uma estranha combinação de tristeza e alegria quando o faço.
    Está é a minha história _ e prometo contar tudo.
    No início você vai sorrir e, depois, chorar _ não diga que não avisei."
                                                                                                 Landon Carter

    Este livro é fascinante, prende o leitor do começo ao fim. É impressionante este relato de Landon, pois é assim que tudo começa risos no começo, pois o contexto se dá em uma época em que havia toda uma ingenuidade da parte de Jamie e uma certa rebeldia da parte de Landon e o encontro dos dois se deu de uma forma mágica, ele tentando se desvencilhar dela e ela tentando ajudá-lo. 
    Num outro momento você já começa a lacrimejar os olhos com tal bondade, e no decorrer da história não há como não se emocionar com tudo que viveram durante aquele período em que se conheceram e imortalizando uma obra tão extraordinária que toca todos os  que lê e compreende o quanto é maravilhoso amar seja em que época for.

26 de jul. de 2013

     O narrador recorda-se do seu primeiro desenho de criança, temtativa frustrada de os adultos entender o mundo infantil ou o mundo das pessoas de alma pura. Ele havia desenhado um elefante engolido por uma jiboia, porém os adultos só diziam que era um chapéu. Quando cresceu, tentava o grau de lucidez das pessoas, mostrando-lhes o desenho e todas respondiam a mesma coisa. Por causa disto, viveu sem amigos com os quais pudesse realmente conversar. Pelas decepções com os desenhos, escolhera a profissão de piloto e, em certo dia, houve uma pane em seu avião, vindo a cair no deserto do Saara. Na primeira noite, ele adormeceu sobre a areia. Ao despertar do dia, uma voz estranha o acordou, pedindo para que ele desenhasse um carneiro. Era um pedacinho de gente, um rapazinho de cabelos dourados, o Pequeno Príncipe. O narrador mostrou o seu desenho. O Pequeno Príncipe disse-lhe que não queria um elefante engolido por uma jiboia e sim um carneiro. Ele teve dificuldades para desenhá-lo, pois fora desencorajado de desenhar quando era pequeno. Depois de várias tentativas, teve a ideia de desenhá-lo dentro de uma caixa. Para surpresa do narrador, o pequeno aceitou o desenho. Foi deste modo que o narrador travou conhecimentos com o Pequeno Príncipe. Ele contou-lhe que viera de um planeta, do qual o narrador imaginou ser o asteroide B12, visto pelo telescópio uma única vez, em 1.909, por um astrônomo Turco. O pequeno planeta era do tamanho de uma casa. O Pequeno Príncipe contou o drama que ele vivia, em seu planeta, com o Baobás enquanto eram pequenos. Através do Pequeno Príncipe, o narrador aprendeu a dar valor às pequenas coisas do dia-a-dia; admirar o por - do - sol, apreciar a beleza de uma flor, contemplar as estrelas... ele acreditava que o pequeno havia viajado, segurando nas penas dos pássaros selvagens, que imigravam. O Príncipe conta-lhe as suas aventuras em vários outros planetas: o primeiro era habitado por apenas um rei; o segundo, por um vaidoso; o terceiro, por um bêbado; o quarto, por um homem de negócios; o quinto, um acendedor de lampião; no sexto, um velho geógrafo que escrevia livros enormes, e, por último, ele visitou o nosso planeta Terra, onde encontrou uma serpente, que lhe prometeu mandá-lo de volta ao seu planeta, através de uma picada. No oitavo dia da pane, o narrador havia bebido o último gole de água e, por este motivo, caminharam até que encontraram um poço. Este poço era perto do local onde o Pequeno Príncipe teria que voltar ao seu planeta. A partida dele seria no dia seguinte. Falou-lhe, também, que a serpente havia conbinado com ele de aparecer na hora exata para picá-lo, o narrador ficou triste, ao saber disto, porque tomara afeição ao pequeno. O Príncipe lhe disse para que não sofresse, quando constatasse que o corpo dele estivesse inerte, afirmando que devemos saber olhar além das simples aparências. Não havia outra forma de ele viajar, pois o seu corpo, no estado em que se encontrava, era muito pesado. Precisava da picada para que se tornasse mais leve. 
    Chegado o momento do encontro com a serpente, o Pequeno Príncipe não gritou. Aceitou corajosamente o seu destino. Tombou como uma árvore tomba. E assim voltou para o seu planeta, enfim. O narrador, dias mais tarde, conseguiu se salvar, sentindo-se consolado porque sabia que o Pequeno Príncipe havia voltado para o planeta dele, pois ao raiar do dia seguinte à picada, o corpo do pequeno não estava mais no local. Hoje, ao olhar as estrelas, o narrador sorri, lembrando-se do seu grande Pequeno amigo.

24 de jul. de 2013

       Juliette nunca se sentiu como uma pessoa normal. Nunca foi como as outras meninas de sua iadade. O motivo ela não podia tocar ninguém. Seu toque era capaz de ferir e até matar.
      Durante anos, Juliette feriu e, segundo seus pais, arruinou o que estava à sua volta com um simples toque, o que a levou a ser presa numa cela.
       Todo dia era escuro e igual para Juliette até a chegada de um companheiro de cela, Adam. Dentro do cubículo escuro, Juliette não tinha notícias do mundo lá fora. Adam ia atualizando-a de tudo.
      Juliette não entendeu bem o que estava acontecendo quando foi retirada daquela cela e supostamente libertada, ao lado de Adam, e se vê em uma encruzilhada com a possibilidade de retomar sua vida, mas por caminhos tortuosos e totalmente desconhecidos.