4 de dez. de 2012



    A história escrita através dos tempos dura para todo sempre, como se fosse uma marca registrada contando o que o homem fez sobre a Terra. É o registro imputável que é deixado para gerações futuras para que saibam que todo o ocorrido foi escrito por alguém e que seja passado a outras gerações.
     A escrita toca a ponta dos dedos, os olhos e principalmente a alma de quem as escreve ou lê. É através dela que podê-se viver para sempre tocando corações, isto é, sentimentos guardados dentro de cada um. Existe e sempre existirá  uma chance de adentrar em mundos para buscar respostas seja de um momento doce ou de aflições acontecidas em um tempo longínquo. Viver através da escrita é construir um sonho que vai longe atravessando fronteiras imagináveis, reservando, colocando, instituindo o conhecimento de outros tempos, de outras pessoas, de outros lugares que existiram ou somente está na imaginação daqueles que os escreve.
     Para sempre duas palavras fortes que nos leva a pensar em destino, direção, finalidade,relação, em todo o tempo, a todo momento, constantemente sem cessar, todo o tempo( passado, presente e o futuro) na busca da existência de cada um, a viagem necessita caminhar para saber, conhecer, sentir o significado de cada busca, que está entranhada dentro de cada ser. O conhecimento de fatos ajuda na articulação das palavras e resolução de problemas ou somente fazer o homem pensar a respeito da situação em questão.
    A história em geral incita o homem a querer refletir sobre tudo que está ao seu redor, principalmente quando isso mexe com seu interior tão complexo e ao mesmo tempo tão simples, só que sua busca é tão doida que muitas vezes precisa de ajuda para entendê-las ou até mesmo acalmar suas ansiedades e perspectivas sobre essa avalanche de perguntas, que vão surgindo cada vez mais com o passar dos dias, meses, anos. Como saciar essa sede que explode sem explicação? Como sanar esse desespero que desabrocha em querer saber de todo esse emaranhado e ao mesmo tempo tão limpo caminho?
     Lágrimas escorrem através dos tempos para buscar este conhecimento junto da escrita de outras pessoas e que nos  identificamos tanto com elas que nos faz viver, sentir como se fossem nossas. Para sempre é o nosso hoje, onde podemos decidir, viver, amar e construir o conhecimento não só para nós, mas espalhar para o mundo para que saibam que é só através da escrita que se seguem o conhecimento e que é para todo sempre, ele está em cada parte do universo, só esperando para ser alcançado, para desfazer todas as aflições e questionamentos dos homens que os buscam com tantas perguntas e angustias querendo saber e obtê-lo para si como um porto  seguro no meio do oceano perdido.
    Quem espera para sempre afinal?


3 de dez. de 2012



    Em mil novecentos e onze, Esme partiu a perna, depois de cair de uma árvore que havia escalado. A família dela vivia numa fazenda nos arredores de Columbus. O médico da localidade estava fora e já estava escuro quando eles chegaram no pequeno hospital de Columbus. O Dr. Carlisle tratou dela. Aquele foi o último mês dele na cidade. Ela nunca esqueceu a experiência. Esme foi a última entre suas amigas a se casar. Pensava em mudar-se para o oeste para ser professora de uma escola, mas o pai achava que uma moça descente não podia viver sozinha no meio de florestas. O filho de um amigo da família, um homem com bons prospectos, queria casar-se com ela, e seu pai a pressionou a aceitar. Ela era indiferente a Charles Evenson, mas não se opós a ele. Casou-se em mil novecentos e dezessete, com vinte e dois anos, e rapidamente descobriu que essa havia sido uma má decisão. Charles era diferente em público do que era na vida privada; ele abusava de Esme. Os pais dela a aconselharam a ser uma boa esposa e ficar calada. Seu marido foi convocado para lutar na primeira guerra mundial e isso foi um enorme alivio para ela. Quando ele voltou, em mil novecentos e dezenove foi um terror. Pouco depois de seu retorno, Esme descobriu que estava grávida. A gravidez foi a desculpa de Esme para fugir. Ela não podia deixar uma criança nascer naquela casa. Fugiu em mil  novecentos e vinte pra ir morar com um primo de segundo grau em milwaukee, e depois escapou mais para o norte quando seus pais descobriram onde ela estava. Disfarçou-se facilmente, fingindo ser uma das viúvas da guerra, ensinou numa escola de uma pequena comunidade em Ashland. Quando o bebê dela morreu , em mil novecentos e vinte e um, apenas alguns dias depois de seu nascimento por causa de uma infecção pulmonar, ela não tinha mais nada a perder. Ela não fazia ideia de que Carlisle estava trabalhando no pequeno hospital de Ashland quando ela pulou de um precipício da cidade numa tentativa falhada de suicídio. Carlisle lembrou-se dela como sendo a menina alegre que ela era aos dezesseis anos. Ele não queria que Esme morresse, então salvou-a, transformando-a em vampira. Quando ela abriu os olhos, sentindo toda aquela dor, e viu o rosto que ela não havia esquecido e pelo qual estava apaixonada durante toda uma década, ela ficou aliviada. Ela não ficou realmente muito aborrecida em descobrir que era uma vampira, mas não aceitou as coisas tão bem quanto Emmett. Mesmo assim, ela estava feliz em poder ficar com o homem/vampiro dos seus sonhos. Ela sempre teve um instinto maternal, e, sendo a mais velha fisicamente entre os Cullen, ela se envolveu no papel de mãe.

2 de dez. de 2012



    A palavra dita é como uma faca de dois gumes, ela pode engrandecer como destruir o homem que a pronúncia durante sua existência. A vida traça uma jornada na caminhada de cada um, muitas vezes orientadas pelos anjos do bem que está cercando este mesmo homem por todos os lados, protegendo-os, livrando-os do inimigo que está o tempo todo esperando uma oportunidade para atacar aqueles que carregam a luz do bem. É preciso exercitar o tempo todo as palavras da luz e senti-las dentro da alma, pois ela que nos move para frente, guiando, vigiando, conduzindo cada um para sua jornada, que pode ser simples ou complexa depende da missão de cada ser. E o que foi destinado a cada um cumprir ou aprender o que é necessário aqui.
    A palavra vida nos remete a uma reflexão tão profunda, é a busca de algo tão maior que está além de todos os conhecimentos do homem. É querer saber porque da existência de todas as coisas, é querer sanar todas as dores, é querer sentir todos os sentimentos ao mesmo tempo, é querer saber como tudo funciona, e isso não é possível porque o mundo tem um criador que sabe de tudo e conhece a todos e esse mesmo criador nos ensina que devemos ter paciência para adquirir e aprender o que ele planejou para cada um de seus servos. Ele sabe das angustias, das complexidade da alma de cada pessoa; cabe ao homem tentar compreender e organizar seus sentimentos da melhor maneira com à ajuda do criador e seus anjos que acampam ao redor o tempo todo ajudando, cuidando das aflições e também da s singularidades da vida.
    A vida é preciosa em todos os sentidos desde o mais insignificante ao mais importante ato da existência do homem. O criador está conosco o tempo todo nos ensinando, nos lembrando, nos comunicando que suas palavras, seus atos são grandiosos em todos os tempos. O descanso vem do Senhor, pois é Ele quem leva todas as coisas ruins para longe e nos orienta a olhar em sua direção, refletindo dentro de cada ser o seu amor que foi, é, e sempre será espalhado para todo sempre.

1 de dez. de 2012



" Rios divididos mais uma vez se encontram no oceano."

    Muitas vezes tenho a impressão de estar no meio de um oceano, cercada por todos os lados de água,  águas que não mudam de posição, pois nada de extraordinário acontece. Águas paradas sem movimento, sem tempestade, sem vento porque tudo se torna igual, não há inspiração vindo de dentro para transcrever, não há observação, nem conhecimento suficiente para registrar nas águas paradas o que a vida oferece a todos.
    No momento as águas procuram uma forma de ultrapassar suas barreiras, quanto mais espaço ela tem mais territórios quer conquistar. E aqui "parada" de certa forma não há como avançar e conhecer outras águas, que estão por ai, talvez como eu sem oportunidade de buscar outros oceanos para ampliar seu conhecimento.
    A importância de compartilhar, misturar-se e saber a opinião de outras águas se estão de acordo com as suas ou se acontece algo fora do comum que necessita ser comparado a sua vastidão de água, que muitas vezes parecem estar tão reduzida, tão pequena e tão insignificante perante tanta água.
    A solidão é muitas vezes imensa e não há ninguém para agitar o grande deserto que se torna o oceano. Fico imaginando como seria cada deslizar das águas, como cada uma vai se portar diante da sede de conhecimento e do movimento que cada uma precisa para se deslocar de um lugar a outro. A busca contínua. E a água está ansiosa para a arrebentação, que acontecerá quando esta invadir todos os espaços que até então lhe foi proibido por diversos motivos, então sua  libertação lhe será de descobrimento, de vivência, de alegria em estar invadindo tudo e a todos para saber das novidades que lhe foi tirada durante tanto tempo. A água se tornará viva novamente e apta para jorrar em todos os sentidos: do mais simples ao mais profundo, entrando e avançando oceano adentro a procura do que foi perdido e que será achado em breve.

30 de nov. de 2012



    Laurent pertence a um grupo de vampiros nômades que se alimentam de humanos. Era ele quem mais falava pelo seu grupo. Apesar de não ser o lider. Quando eles chegaram a Forks, o grupo tinha vindo de ontário. Quando James começou a perseguir Bella, foi Laurent quem avisou os Cullen sobre as habilidades de caçador de James. Intrigado com a vida que Carlisle e sua família viviam, e sem querer estar no meio de uma briga, Laurent deixou Forks para ir para Denali.
    Em Março de dois mil e seis Laurent retornou a Forks, sob ordens de Victoria para matar Bella ele revela que James e Victoria haviam sido parceiros. Ele conta a Bella que Victoria tem todas as intenções de se vingar nela a morte de James.
    Ele não tem sucesso é morto pelos lobos Quileutes.


   Bree Tanner faz parte do exército de vampiros recém-criados feitos por Victoria para matar Bella, que se refere a ela como se tivesse por volta de quinze anos e com cabelos pretos. Após a derrota deles, Carlisle oferece a ela uma chance de se render para não ser destruída, porém, com a chegada dos Volturi acaba sendo interrogada sob tortura por Jane e depois destruída por Félix, mesmo depois de Carlisle ter se oferecido para cuidar dela.


29 de nov. de 2012


    Victoria é um dos membros do clã de James sobre a qual não se sabe muita coisa. Sabe-se que ela seguiu o cheiro de Bella e acabou por seguir Esme, que estava a usando as roupas de Bella.
    Ela aparece novamente em março de dois mil e seis e começa a alimentar-se de caminhantes enquanto investiga a área. Ela quer matar Bella por vingança, por Edward ter matado o seu parceiro, James, mas é afastada pelo bando de lobisomens de La Push. Presume-se que Victoria seja o "fogo" que Bella viu na água quando quase se afogou. Ela volta em Eclipse criando um exército de recém-criados para eliminar Bella de uma vez, só que a família Cullen e os Quileutes fazem uma aliança para acabar com a ameaça.
    Edward, luta com Victoria e mata-a e coloca fogo, assim acontecendo o mesmo com os recém-criados.
Victoria descrita por Bella como "selvagem" e "caótica" com uma postura"distintamente felina", ela tem olhos que "chamuscavam" loucamente." Seus cabelos são laranja brilhante, olhos vermelhos e é parceira de James.

27 de nov. de 2012




" E Mo começou a preencher o silêncio com palavras. Ele as tirava para fora das páginas, como se elas estivessem esperando apenas por sua voz-palavras longas e breves,altivas e ternas, ronronantes, rumorejantes. Elas dançavam pelo quarto, pintavam imagens de vidro colorido e faziam cócegas na pele."

    Mortimer é um homem que conserta livros antigos dando capas novas e fazendo com que durem mais tempo. Ele tem uma filha que se chama Meggie que cresceu sem a mãe, quando ela tinha três anos algo incrível e assustador aconteceu. Enquanto Mo lia o livro "coração de tinta" para a mãe de Meggie, Elizabeth, três personagens desse livro apareceram e Elizabeth sumiu. Esses personagens eram Dedo Empoeirado, um bandido saltimbanco chamado Basta e Capricórnio. Basta era um homem que usava uma blusa branca, empunhava uma navalha e era cheio de superstições. Já Capricórnio era um homem de coração frio que só conhecia a maldade e se divertia com a dor dos outros. Mo tinha o dom de tirar os personagens dos livros apenas com sua voz, mas quando fazia isso algo deveria entrar no lugar deles. E nessa noite foi Elizabeth que teve de entrar. Depois dessa noite, Mo fugiu com Meggie e nunca mais leu em voz alta.
    Quando Meggie estava com doze anos, Dedo Empoeirado  voltou para avisar que Capricórnio estava procurando por eles, Meggie, Mo e Dedo Empoeirado fugiram para a casa da tia avó de Meggie, Elinor, uma mulher que era apaixonada por livros. A partir daí a aventura começa com prisões, surpresas, descobertas e fugas.
    Mo nunca tinha contado a Meggie sobre o seu dom e nem como sua mãe tinha sumido, mas ele conta no decorrer de suas jornadas.
    Capricórnio descobre que Meggie tem o dom do pai,então sequestra a menina para que esta, liberte o terrível sombra para que ele domine o mundo, mas Meggie ao ler o livro em determinado momento começa a reescrever a história, assim dando fim ao sombra, Capricórnio e seu bando, libertando todos os personagens aprisionados, voltando cada um para sua história de origem. Mo cumpre a promessa a Dedo Empoeirado: lê o livro coração de tinta e este volta para sua família e dá um final feliz a sua jornada, pois o mesmo morreria no final e com a intervenção de Radige que fica com seu animal de estimação um furão. Logo que parte confirma o que sempre dizia que ele controlava o seu próprio destino e não uma história.
    A família de Mo aumenta com mais um membro que se recusou a retornar a sua história Radige.